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O BLO DO ADEILTON9599 ESTÁ ATUALIZADO, ABAIXO DECISÃO DO TJPE QUE ANULOU PARTE DA PORTARIA DA SDS QUE PERMITIA QUE SOLDADO FOSSE PROMOVIDO A SARGENTO SEM ANTES TER SIDO CABO, PARA VER NOVAS POSTAGEM CLIQUE NO NOME "ADEILTON9599" E NO FINAL DA PÁGINA CLIQUE EM (POSTAGEM MAIS ANTIGA)

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Policial militar é preso com 52 kg de maconha no Paraná




Um policial militar aposentado foi preso na madrugada desta sexta-feira (19) com 52 kg de maconha. Ele estava em um Corsa de Ivaiporã que atravessou a ponte Ayrton Senna, na fronteira entre Paraguai e Brasil, e foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Guaíra. 

De acordo com a PRF, no carro estavam o policial reformado Pedro Serapião e outro homem. A droga estava dividida em 61 tabletes e escondida no porta-malas. 
Divulgação/PRF
Divulgação/PRF


Ambos foram detidos em flagrante por tráfico internacional de drogas e encaminhados com o entorpecente à Delegacia da Polícia Federal em Guaíra.


Fonte: Bonde

Deputados de Alagoas derrubam o veto do Governador e colocam a idade limite para entrar na PM para 40 anos!


Idade máxima do ingresso na PM passa de 30 para 40 anos

Publicado em 03/09/2014 às 14:54 por Clevânio Henrique
Fonte: Tribuna hoje
Idade máxima do ingresso na PM passa de 30 para 40 anos  Com a manutenção do projeto original, os aprovados no concurso público de 2012, agora têm chance

Além de derrubar o veto referente à Lei das Promoções dos Militares, os deputados estaduais presentes à sessão de ontem da ALE, derrubaram também, o veto do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), e mativeram o projeto de lei, de autoria do deputado Ronaldo Medeiros (PT), que amplia de 30 para 40 anos a idade máxima de ingresso na Polícia Militar em Alagoas.

Com a manutenção do projeto original, os aprovados no concurso público de 2012, que fizeram testes físicos e exames médicos e que não tomaram posse por que tinham mais de 30 anos de idade, agora têm uma chance.  

Fonte: Tribuna Hoje

PMPE e CBMPE: AÇÃO DE RESTABELECIMENTO DA GRATIFICAÇÃO DE RISCO DEPOLICIAMENTO OSTENSIVO (PMPE) E AÇÃO DE RESTABELECIMENTO DAGRATIFICAÇÃO DE RISCO DE ATIVIDADE DE DEFESA CIVIL (CBMPE)


AÇÃO DE RESTABELECIMENTO DA GRATIFICAÇÃO DE RISCO DE POLICIAMENTO OSTENSIVO (PMPE) E AÇÃO DE RESTABELECIMENTO DA GRATIFICAÇÃO DE RISCO DE ATIVIDADE DE DEFESA CIVIL (CBMPE)

A Associação Pernambucana de Cabos e Soldados (PM e BM) – ACS PE, por iniciativa e ordem da nova gestão, diante do fato da ação movida por uma ENTIDADE REPRESENTATIVA ter sido extinta sem julgamento de mérito (Ação de NPU Nº 0118936-16.2012.8.17.0001), em razão de o Juiz da Sexta Vara da Fazenda Pública da Capital entender que faltou legitimidade para aquela Entidade em nome próprio estivesse em juízo requerendo o direito de seus associados (reformados, da Reserva Remunerada ou Pensionista), sem autorização expressa destes, terem implantando a Gratificação de Risco de Policiamento Ostensivo (PM) ou a Gratificação de Risco de Atividade de Defesa Civil (BM) em seus proventos, conforme se tornou público no último dia 17 de setembro de 2014 por publicação no Diário Oficial do Estado de Pernambuco, convida todos os seus associados para se dirigirem a sede desta ACS PE, munidos de cópia da RG Funcional, Portaria de Inativação ou implantação de Pensão e dos contracheques ou fichas financeiras dos últimos cinco anos para assinarem instrumento de procuração nos conferindo poderes para que possamos ingressar em juízo solicitando o imediato restabelecimento dessa importante vantagem remuneratória, de forma que não se comprometa o já achatado orçamento desses servidores inativos que tanto já fizeram pela sociedade pernambucana e pela história de nossas respectivas instituições Policial Militar e Bombeiro Militar de Pernambuco, bem como de seus respectivos pensionistas. Nosso corpo de juristas especialistas em Direito Público ficam a vossa disposição para reverter esta questão, utilizando-se de toda sua habilidade, conhecimento, técnica e força. Deixando bem claro que todos que nos procuraram para gestão deste interesse foram atendidos.

NADELSON LEITE COSTA
Vice Coordenador

Lamentável: vídeo mostra momento em que PM mata camelô com tiro na cabeça em SP!


Exclusivo: vídeo mostra momento em que PM mata camelô com tiro na cabeça em SP

Policial trabalhava em Operação Delegada na zona oeste da capital
Do R7
Após a morte do vendedor ambulante, houve confronto na LapaReginaldo Castro/ Estadão Conteúdo
O vendedor ambulante Carlos Augusto Muniz, de aproximadamente 30 anos, foi morto por um policial militar durante a Operação Delegada, no bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo, na tarde desta quinta-feira (18). O programa é conhecido como "bico oficial" de PMs e foi criado na gestão do prefeito Gilberto Kassab para diminuir o número de bicos clandestinos.
Imagens exclusivas obtidas pelo Jornal da Record mostram o momento em o PM atira na cabeça de Carlos Augusto Muniz, que tentou tirar o spray de pimenta da mão do oficial. A vítima morreu antes de chegar ao Hospital das Clínicas, para onde foi levado pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
Ao R7, o Comando-Geral da Polícia Militar informou que as "imagens estão sendo analisadas neste momento, de maneira detalhada, para evitar qualquer tipo de injustiça" e, "caso seja compreendido que o PM tenha sido imprudente, ele será autuado" ainda na noite desta quinta-feira.
Os vendedores da região se revoltaram com a situação e bloquearam algumas ruas colocando fogo em lixo e apedrejando um ônibus. O policiamento reagiu com bombas de efeito moral e conseguiu controlar a situação. Dois helicópteros Águia, do Grupamento Aéreo da Policia Militar, e o Batalhão de Choque foram para o local. Até às 21h, não havia informações de presos.
Assista ao vídeo:

PMPE: Soldado é submetido a processo de licenciamento ex-ofício por ter feito comentários no Whatsapp contra o comando do 8º BPM em Salgueiro! Portanto quando for escrever alguma coisa, cuidado no que vai dizer.

Soldado Albérisson Candidato a Deputado Federal é aplaudido pelo Efetivo do 24º BPM em Santa Cruz do Capibaribe.



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

STF libera circulação de revista com reportagem sobre Cid Gomes


Juíza do Ceará havia proibido a publicação de reportagem da revista IstoÉ. Texto aponta envolvimento do governador com ex-diretor da Petrobras.
17/09/2014 16h00 - Atualizado em 17/09/2014 18h23
Por Nathalia Passarinho
Do G1, em Brasília
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou nesta quarta-feira (17) decisão da juíza Maria Marleide Maciel Queiroz, da comarca de Fortaleza, e liberou a publicação de reportagem da revista “IstoÉ” que relata o suposto envolvimento do governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF). O governador não vai se pronunciar sobre a decisão.
No último fim de semana, a juíza cearense impediu a circulação da revista, exigiu o recolhimento de materiais já distribuídos e estipulou multa diária de R$ 5 milhões no caso de descumprimento da ordem judicial. Para Barroso, a decisão representou “censura prévia” e ameaça a “liberdade de expressão”, garantida pela Constituição.
“A decisão reclamada impôs censura prévia a uma publicação jornalística em situação que não admite esse tipo de providência. Ao contrário, todos os parâmetros acima apontam no sentido de que a solução adequada é permitir a divulgação da notícia, podendo o interessado valer-se de mecanismos de reparação a posteriori (posterior à publicação)”, disse o ministro no despacho.

A determinação da juíza do Ceará ocorreu em resposta a um pedido judicial feito por advogados de Cid Gomes. Conforme o processo em tramitação no Supremo, o governador foi procurado pela revista para se manifestar sobre a informação de que Paulo Roberto Costa o teria citado em depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal. Costa foi preso na Operação Lava Jato sob a acusação de participar de um esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propina a políticos.

Em troca da diminuição da pena e da possibilidade de responder ao processo em liberdade, o ex-dirigente da petroleira firmou um acordo de delação premiada com o Ministério Público. Segundo reportagem da revista "Veja", Paulo Roberto Costa revelou em depoimentos a procuradores da República, na superintendência da PF em Curitiba, que três governadores, seis senadores, um ministro e, pelo menos, 25 deputados federais foram beneficiados com as propinas. O texto de "Veja" não mencionava o nome de Cid Gomes.
A reportagem de "Veja" citou, entre outros políticos, os nomes da governadora Roseana Sarney (Maranhão) e dos ex-governadores Sérgio Cabral (Rio) e Eduardo Campos (Pernambuco); do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão; dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e Ciro Nogueira (PP-PI); e dos deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Cândido Vacarezza (PT-SP), Mário Negromonte (PP-BA) e João Pizzolatti (PP-SC). Os políticos mencionados na reportagem negam envolvimento no esquema de pagamento de propina na Petrobras.
Liberdade de imprensa
Ao pedir que a Justiça impedisse a circulação da revista, a defesa de Cid Gomes argumentou que o inquérito da operação Lava Jato corre em segredo de justiça, assim como o conteúdo da delação de Roberto Costa. Os advogados afirmam ainda que é “falsa” a informação do ex-diretor da Petrobras e acusam a revista de calúnia e difamação, por atribuir ao governador a prática de crimes e atos que afetam sua honra.
A revista argumentou no Supremo contra a decisão da Justiça do Ceará alegando que a reportagem sobre Cid Gomes é “narrativa, atual, verdadeira e pautada por informações seguras e precisas recebidas por meio de suas fontes”. 
Na decisão de liberar a publicação, ministro Luís Roberto Barroso faz um histórico do passado do Brasil de ditadura militar e censura. “As liberdades de expressão, informação e imprensa são pressupostos para o funcionamento dos regimes democráticos, que dependem da existência de um mercado de livre circulação de fatos, ideias e opiniões. Existe interesse público no seu exercício, independentemente da qualidade do conteúdo que esteja sendo veiculado”, argumentou o ministro.
Barroso diz ainda que os fatos contidos no inquérito não apontam que a notícia da revista seria “falsa”, mas sim baseada em informações de fontes. Ele destacou, porém, que, no mundo atual, de rápida circulação de notícias, seria “impossível” que apenas “verdades incontestáveis fossem divulgadas pela mídia”.
“Em muitos casos, isso seria o mesmo que inviabilizar a liberdade de informação, sobretudo de informação jornalística, marcada por juízos de verossimilhança e probabilidade. Assim, o requisito da verdade deve ser compreendido do ponto de vista subjetivo, equiparando-se à diligência do informador, a quem incumbe apurar de forma séria os fatos que pretende tornar públicos”, afirmou o ministro.

Jornalista norte-americano diz que CIA provocou morte de Eduardo Campos


Redação Portal IMPRENSA 12/09/2014 16:00
O jornalista investigativo norte-americano Wayne Madsen publicou um texto em sua coluna no site da Fundação da Cultura Estratégica — afirmando que a CIA, serviço de inteligência e espionagem do governo dos EUA, seria responsável pela morte do candidato à Presidência da República Eduardo Campos. Segundo o autor, o "suposto assassinato" teve motivações políticas

Crédito:Agência Brasil

Para jornalista, morte da Eduardo Campos foi causada pela CIA para derrubar Dilma Rousseff

Segundo Madsen, a morte de Campos colocou Marina Silva, sua substituta na chapa, como "ameaça" à campanha pela reeleição de Dilma Rousseff (PT). "A derrota de Rousseff seria um sinal de vitória para a administração de Obama, que quer tirar de cena presidentes progressistas na América Latina", diz o texto.

"Marina Silva, que é pró-Israel e seguidora da igreja pentecostal Assembleia de Deus, é muito mais a favor dos empresários e dos Estados Unidos do que Rousseff, do esquerdista Partido dos Trabalhadores", continua o jornalista. Ele ainda afirma que Dilma e o BRICS (grupo de países emergentes composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) estão tentando "desafiar a supremacia no Banco Mundial operado pelos EUA".

De acordo com Madsen, Marina é uma "marionete" do empresário húngaro George Soros, famoso especulador na bolsa de valores norte-americana e um dos maiores financiadores da campanha de Barack Obama à Presidência dos EUA em 2008. Para o jornalista, ela representa um suposto movimento internacional chamado "Terceiro Caminho", do qual participariam Bill Clinton, Tony Blair, o presidente francês François Hollande e Fernando Henrique Cardoso, entre outros políticos e empresários.

"Quando se torna vantajoso matar um membro do 'Terceiro Caminho' para promover outro, não há problema em eliminar alguém como Eduardo Campos para abrir caminho para uma política mais popular (e controlada) como Marina Silva, especialmente se os interesses de Israel e Wall Street estão em questão", afirma Madsen.

O jornalista corrobora suas afirmações citando outros políticos sul-americanos que morreram em circunstâncias supostamente "misteriosas". Os presidentes Jaime Roldos Aguilera, do Equador, e Omar Torrijos, do Panamá, foram vítimas de acidentes aéreos em 1981 e, de acordo com Madsen, a impressão digital de um ex-agente da CIA foi encontrada nas cenas das duas tragédias.

"Uma análise da história pós-Segunda Guerra Mundial revela que, de todas as maneiras que serviços de inteligência usaram para eliminar ameaças politicas e econômicas, assassinato por queda de avião aparece em segundo lugar, logo após acidentes de carro e envenenamento, e pouco antes do uso de armas de fogo e munição, como o modus operandi favorito da CIA para assassinatos políticos", acrescenta Madsen.

O modelo do avião que levava Eduardo Campos, a falta de registros de voz na caixa preta do veículo e a agência norte-americana chamada para auxiliar nas investigações são indícios, segundo o jornalista, de que a morte do ex-governador de Pernambuco foi orquestrada pela CIA.

Madsen cita as recentes pesquisas eleitorais no Brasil, que preveem a vitória de Marina Silva num eventual segundo turno contra Dilma, como sinal do "sucesso" na operação do governo dos EUA. Para ele, porém, essas mesmas pesquisas não passam de "artifícios de agência de inteligência ocidentais e corporações, usadas para induzir a opinião pública e engatar uma programação previsível de controle da população".

Outro colunista da Fundação de Cultura Estratégica, o jornalista e escritor Nil Nikandrov, concorda com as afirmações de Madsen. Ele publicou nesta sexta-feira (12/9) um texto semelhante, intitulado "Candidata apoiada pela CIA concorre à Presidência do Brasil".

Fonte: Portal Imprensa

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Candidata a Governadora é agredida na rua por propor a extinção da PM!


"DISSOLVE A PM AGORA, SUA NEGRA VAGABUNDA"


A candidata do PCO ao governo de Minas Gerais, Cleide Donária, foi agredida de maneira covarde por levantar a bandeira da extinção da Polícia Militar

No dia 15 de setembro, a candidata ao governo de Minas Gerais pelo PCO, Cleide Donária, a única candidata mulher, trabalhadora e negra, foi agredida de maneira covarde quando se dirigia à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Venda Nova, como parte das atividades da campanha eleitoral. Quando ela transitava pelo canteiro central da Avenida Vilarinho, Cleide foi abordada por um elemento de aproximadamente 30 anos, vestido à paisana, que atravessou a rua e se dirigiu diretamente a encontra-la. Sem mais, ele aplicou um forte soco na altura do estômago da Cleide e a derrubou no chão, enquanto gritava com raiva e cuspia em cima da candidata que acabou ficando paralisada pela dor e a surpresa da agressão. O agressor, que saiu das proximidades de uma casa de shows, fez questão de mostrar que portava uma arma enquanto gritava “Cadê o seu partidinho de merda para dissolver a PM?” Dissolve a PM agora sua prostituta Sua negra vagabunda.

Depois de ter batido e cuspido na Cleide várias vezes, o agressor acabou se afastando.

O acontecimento não faz parte de uma mera casualidade, de um ataque isolado de um desiquilibrado, mas revela os crescentes ataques contra a liberdade de expressão no Brasil, assim como acontece com os demais direitos democráticos.



Por que o fim da Polícia Militar?



A defesa das chamadas “políticas de segurança”, defendida pela direita e pela quase totalidade da “esquerda” nacional não é outra coisa senão o fortalecimento do braço armado do Estado capitalista e, consequentemente, da burguesia. Medidas como o aumento do efetivo policial e o aparelhamento das polícias militares necessariamente se voltam contra a população. A única maneira de garantir uma verdadeira segurança para a classe operária só pode acorrer com a dissolução da PM e a constituição de milícias populares para proteger os trabalhadores dos ataques do braço armado do Estado.

Até a própria ONU (Nações Unidas), que é um órgão controlado pelo imperialismo, tem se posicionado pelo fim da Polícia Militar, tal o escandaloso grau de violência e o alto índice de mortes causadas pelas PMs brasileiras. E o problema não reside na insuficiência do treinamento dos policiais, uma vez que o problema se encontra na estrutura da instituição e não na conduta individual de determinados membros da corporação. Isto fica ainda mais claro quando observamos a atuação da PM na história e na forma de agir que sempre segue a mesma tendência truculenta.

A morte de diversos jovens nas favelas e nos bairros da periferia, principalmente em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, fez com que esta se tornasse também uma das principais bandeiras dos movimentos sociais. No campo, o assassinato de camponeses diretamente pela polícia, ou por jagunços a serviços dos latifundiários, acobertados pela polícia, são rotineiros. O movimento estudantil também tem entrado em confronto em reiteradas ocasiões, com a polícia devido à presença da polícia em várias universidades.



Pelas bandeiras de luta da classe operária



Pelo fim das ocupações das comunidades operárias do Rio de Janeiro e de todo o País (UPP’s) pela PM e tropas federais, realizadas para defender os interesses dos especuladores imobiliários e outros tubarões capitalistas e para intensificar o terror contra a população pobre.

Acabar com a máquina de guerra e terror contra a população pobre e negra que é a Polícia Militar.

Pela dissolução da PM e de todo o aparato repressivo.

Abaixo a ditadura civil, pelos direitos democráticos dos trabalhadores e da população oprimida. Pelo direito irrestrito de greve; pela plena liberdade de organização sindical; pelo fim da censura, liberdade de expressão; pela liberdade para todos os presos políticos, fim dos julgamentos fraudulentos; pela punição para os assassinos dos trabalhadores.

Pelo direito da população a se armar. Substituição da polícia e do exército permanente e controlado pelo Estado por um sistema de milícias populares.

Contra a constituição golpista, por uma assembleia Nacional Constituinte, livre e soberana, onde as organizações sociais estejam representadas.

Por um partido operário, revolucionário e de massas (do qual o PCO é O MAIS IMPORTANTE NÚCLEO E O ÚNICO PARTIDO QUE DEFENDE DE MANEIRA CONSCIENTE ESSA PERSPECTIVA, que impulsiona esta política de forma consciente e organizada) que organize a vanguarda da classe operária e dos seus aliados e impulsione a mobilização dos explorados em direção à derrubada da ditadura capitalista e a sua substituição por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo e pela conquista do socialismo em escala internacional.


TEXTO EXTRAÍDO DO SITE DO PCO.


Fonte: Blog do Almança

UMB recorre da sentença que não reconheceu a legitimidade dela para implantar gratificação de risco aos inativos e pensionistas da PMPE

O Advogado Heitor de Souza Luna(Cel Heitor), que é Advogado da UMB e também  da AOSS, atual AME, ingressou com recurso para ver se consegue reverter a situação.


Publicação: 1.     
Data de Publicação: 17/09/2014
Data de Disponibilização: 16/09/2014
Jornal: Diário Oficial PERNAMBUCO
Cade
rno: Tribunal de Justiça
Local: CAPITAL  
          Capital – 6ª Vara da Fazenda Pública  
Página: 00916
Data: 16/09/2014. Pauta de Sentenças Nº 00129/2014. Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das SENTENÇAS prolatadas nos autos dos processos abaixo relacionados: 

Sentenca Nº: 2014/00427
Processo Nº: 0118936-16.2012.8.17.0001 Natureza da
Acao: Acao Civil Publica
Autor: UNIAO DOS MILITARES ESTADUAIS E FEDERAIS DO BRASIL - UMB
Advogado: PE33688 - Allison Bernardo de Almeida
Advogado: PE032162 - HEITOR DE SOUZA LUNA
Advogado: PE014838 - Mandermiro Nogueira Sobrinho
Reu: 
ESTADO DE PERNAMBUCO-PE
Reu: FUNAPE Procurador Judicial: Paulo Sergio Cavalcanti Araujo
SENTENCA: Ante o exposto, com base nos preceitos legais referidos, julgo extinto o processo sem julgamento de merito, acolhendo a preliminar aduzida pelo Estado de Pernambuco e, nos termos do art. 267, inciso VI do Codigo de Processo Civil, extingo o processo. Condeno a autora sucumbente ao pagamento das custas processuais e honorarios advocaticios, que fixo em 10% do valor da causa.P.R.I. Transitada em julgado, ao arquivo. Recife, 28 de agosto de 2014. Marcone J. Fraga do Nascimento. Juiz de Direito.



Publicação: 2.     
Data de Publicação: 17/09/2014
Data de Disponibilização: 16/09/2014
Jornal: Diário Oficial PERNAMBUCO
Caderno: Tribunal de Justiça
Local: CAPITAL  
          Capital – 8ª Vara da Fazenda Pública  
Página: 00930
Data: 16/09/2014. Pauta de Despachos Nº 00183/2014. Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados dos DESPACHOS proferidos, por este JUÍZO, nos processos abaixo relacionados: 

Processo Nº: 0054477-34.2014.8.17.0001 Natureza da
Acao: Procedimento ordinario
Autor: ASSOCIACAO DOS OFICIAIS SUBTENENTES E SARGENTOS DA POLICIA MILITAR E BOMBEIROS DO ESTADO DE PE - AOSS
Advogado: PE033688 - ALLISON BERNARDO DE ALMEIDA
Advogado: PE032162 - HEITOR DE SOUZA LUNA
Reu: ESTADO DE PERNAMBUCO
Despacho: FLS.91 PROCESSO Nº 0054477-34.2014.8.17.0001 DESPACHO: Ciente do agravo. Mantenho a decisao agravada. Caso haja apresentacao de defesa, intimem-se os autores para apresentacao de Replica, quando a apresentacao da Contestacao. Apos, Ministerio Publico.Recife, 10 de setembro de 2014.MOZART VALADARES PIRESJUIZ DE DIREITO

VOCÊ CONCORDA COM ESSAS DECLARAÇÕES DESSE JORNALISTA DE VEJA?

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Quer compará lá com aqui é? Manda ele vir para cá! Polícia britânica 'atirou apenas três vezes’ em um ano

Polícia britânica 'atirou apenas três vezes’ em um ano


Luiza Bandeira

Da BBC Brasil em Londres
Credito: EPA
Maior parte dos policiais britânicos não usa armas; modelo teria dificuldades de ser 
implantado no Brasil

Um forte controle sobre o acesso a armas de fogo e condições sociais e culturais fizeram com que as polícias da Inglaterra e do País de Gales disparassem armas apenas três vezes entre maio de 2012 e abril de 2013 – sem matar ninguém.
Os números chamam atenção quando comparados aos de outros países. No Brasil, a conta dos tiros dados por ano nem é feita. Em relação às mortes provocadas por policiais, um levantamento feito pela BBC Brasil apontou que, no ano passado, foram mortas 1.259 pessoas pela polícia em 22 Estados brasileiros que forneceram dados à reportagem.
Mesmo nos Estados Unidos, país desenvolvido como o Reino Unido, a média é de 400 mortos pela polícia a cada ano.
Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, três fatores ajudam a explicar a baixa letalidade da polícia britânica: os policiais praticamente não usam armas; os cidadãos (e criminosos) também raramente têm armas; e há menos pobreza e desigualdade social do que no Brasil.
Não andar armada é característica central da identidade da Metropolitan Police - que responde pela região de Londres - desde que ela foi criada, em 1829. No início, alguns policiais tinham armas. Mas, após 1936, apenas oficiais com treinamento específico passaram a usar armas de fogo - hoje, eles estão restritos a cerca de 5% do contingente.
Toda força policial britânica tem uma unidade armada, mas este é o último recurso que costuma ser utilizado - e precisa ser autorizado com antecedência. No dia a dia, o policiais usam armas de menor potencial ofensivo, como Tasers (que contêm o suspeito por meio de um choque elétrico).
"A polícia britânica não quer nem precisa carregar armas de forma rotineira", disse o presidente da ACPO (Association of Chief Police Officers), Hugh Orde.

SEGURANÇA E ELEIÇÃO

A abordagem dos temas da violência policial e da violência contra os policiais como parte da cobertura especial da BBC Brasil sobre as eleições de 2014 foi sugerida em uma consulta com leitores promovida pelo #salasocial - o projeto da BBC Brasil que usa as redes sociais como fonte de histórias originais.
Na página da BBC Brasil no Facebook (www.facebook.com/bbcbrasil), leitores participam do debate e fazem comentários sobre a questão. Dê você também sua opinião!
"Nosso modelo de policiamento depende de uma estreita ligação entre o público e a polícia. O uso mínimo de força e um mínimo de interferência com o cidadão são uma parte vital desse vínculo, gerando confiança e legitimidade", afirma.
Na opinião de Orde, ao olhar para outras polícias do mundo fica óbvio que "trazer armas de fogo na equação do policiamento não resolve o problema dos crimes violentos ou protege policiais de serem feridos ou mortos."

Desarmamento

Jean Charles de Menezes
O brasileiro Jean Charles de Menezes foi morto pela polícia britânica em 2005
De fato, os números de policiais britânicos mortos não se comparam aos do Brasil. Desde 2007, apenas dois policiais morreram baleados em serviço na Inglaterra e no País de Gales.
A ausência de armas não torna os policiais britânicos extremamente vulneráveis porque a maior parte dos criminosos também não está armada.
O Reino Unido tem uma das legislações mais restritivas ao uso de arma em todo o mundo. O controle se tornou ainda mais rígido em 1997, um ano após um massacre em uma escola na Escócia ter gerado uma campanha popular que culminou na proibição das armas de fogo no país.
"A posse de armas legais ou ilegais no Reino Unido não está na escala de muitos países, o que é uma coisa boa. Como resultado, a polícia geralmente não encontra infratores transportando ou usando armas com muita frequência", diz Richard Garside, diretor do Centro para Estudos de Crime e Justiça no Reino Unido.
Entre 2012 e 2013 (os dados são calculados por ano fiscal), dos 551 homicídios cometidos no país, apenas 29 foram causados por arma de fogo, segundo dados do ONS (Office for National Statistics). No Brasil, armas de fogo são responsáveis pela maior parte dos homicídios.
Mas os especialistas acrescentam que os baixos índices de letalidade no Reino Unido estão, de uma forma mais profunda, ligados à própria estrutura da sociedade.
"Tem muito mais a ver com a história, a cultura, os níveis de desigualdade. Não temos favelas como as do Brasil. Quando há altos níveis de desigualdade tende-se a ter mais crimes e outros problemas", afirma o professor da Universidade de Wolverhampton Peter Waddington, especialista em polícia e segurança.
"O Reino Unido, comparado a outros países, é relativamente mais pacífico por causa dos nossos arranjos sociais e políticos. A polícia é, em um sentido importante, até irrelevante" acrescenta Garside.
Como exemplo desse arranjo social, Garside aponta, por exemplo, o sistema de saúde britânico, gratuito, como um diferencial em relação até mesmo aos Estados Unidos – país mais rico do mundo, mas onde a polícia mata muito mais do que no Reino Unido. Outro diferencial, diz, é que os Estados Unidos permanecem “profundamente divididos” por questões raciais.

Brasil

Credtio: Getty
Desarmar a polícia brasileira é tarefa difícil, segundo especialistas, mas outras iniciativas britânicas poderiam inspirar reformas.
Seria possível, então, adotar o modelo britânico no Brasil e ter uma polícia sem armas?
"Você não tem em Londres o tráfico de drogas com fuzil, dando tiro em cima do policial. Os instrumentos da polícia para conter e solucionar os crimes precisam ser proporcionais", diz o coronel Ubiratan Ângelo, da ONG Viva Rio e ex-comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
Na opinião dele, o Brasil poderia se inspirar no Reino Unido em relação à legislação sobre o acesso a armas. Ângelo afirma que 60% das armas aprendidas pela polícia foram produzidas de forma legal, mas acabaram caindo nas mãos de bandidos.
"A arma dá uma falsa sensação de segurança. Primeiro, porque ela acaba ficando com os criminosos. Segundo, porque ela só oferece segurança se a pessoa está preparada para usá-la. Ter uma arma no porta-luvas ou guardada em casa não adianta nada, porque o ladrão não avisa quando vai vir", diz.
O diretor do Brazil Institute do King’s College de Londres, Anthony Pereira, também acha que “o Brasil está longe de uma polícia desarmada”, devido ao grande número de armas na sociedade e aos altos índices de homicídio.
"Há cerca de 50 mil homicídios por ano no Brasil. Nestas circunstâncias, será politicamente muito difícil convencer a polícia a andar desarmada", diz.
Pereira, assim como outros especialistas, afirma que a polícia britânica não deve ser idealizada: há suspeitas de corrupção, acusações de preconceito e críticas tanto quanto ao uso de armas Taser como de armas tradicionais – no início do mês, uma pessoa morreu baleada pela polícia, após dois anos desde a última morte.
Além disso, o caso do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto por policiais após ser confundido com um terrorista na esteira dos atentados no metrô de Londres em 2005, mostra que ainda há muitos problemas a serem enfrentados.
Mas a noção de policiamento comunitário, diz Pereira, é algo que poderia ser aproveitada pelo Brasil. No Reino Unido, afirma, as delegacias são mais acessíveis às pessoas, a polícia tem reuniões mensais com as comunidades e seu trabalho é complementado por membros civis.
"Se houver pressão política, acho que a Polícia Militar pode caminhar no sentido de se tornar uma polícia mais pacífica e voltada para a comunidade”, afirma.
A abordagem dos temas da violência policial e da violência contra os policiais como parte da cobertura especial da BBC Brasil sobre as eleições de 2014 foi sugerida em uma consulta com leitores promovida pelo #salasocial - o projeto da BBC Brasil que usa as redes sociais como fonte de histórias originais.

Nas Cliqueredes sociais, muitos leitores da BBC Brasil participaram do debate e fizeram comentários sobre a questão. CliqueDê também sua opinião.



Fonte: BBC Brasil